Cordel ao Tristão
Cordel ao Tristão - 70 anos
Às margens do Ipiranga, sua imagem é firme,
Sem sombra de dúvida que o seu viver incide;
Por mais que seja cedo, ou ainda que seja tarde,
Ninguém pode negar que há felicidade.
Sua história, pois, é verdade
E haja tanta gente que verbalize.
Que até quem tem pouca idade quer comprovar.
E mesmo aqueles que, já sem esperança,
Correm e põem na balança,
Outros sob testamento, agarrados ao documento, Celebram à herança aqui e acolá.
Seu sucesso corre ligeiro,
Sua força vem das partes,
Mas vem só inteiro,
Ninguém lhe compra por dinheiro,
Por mais que seja rico ou aventureiro,
Mas sempre estará disponível,
Eu sei que é incrível,
Sua maneira de se doar.
Seu nome precisou de uma cunha,
E é uma âncora que lhe pôs no lugar,
Vivem como carne e unha
Há quem explique a façanha,
Manhas ou artimanhas
Quem sabe arte de convencer e de ensinar.
70 anos de lida e vivências merecidas,
Veste todo esse tempo,
Construindo a cada momento
e educando para a vida.
Por aqui, já passaram os bons,
Já passaram os ruins,
Já passaram Antônios e Serafins
Já fizeram canções e cultivaram jardins.
O Tristão permanece porque não é palha;
Também não é moinha que o vento espalha
Tem voz e vez. Seu diagnóstico é a sensatez
Sua postura é o alicerce,
Mas é a doçura que aquece
Cada coração e a efeito que o embeleze
Ainda que surja o sonho que fenece,
Haverá sempre esperança que rejuvenesce
E futuro que não tarda.
Bastamos olhar a estrada,
para dentro de nós e para o outro
É, assim, perceber nele a essência
Ainda que demore um pouco
Excelência é a bagagem humana,
Tristão da Cunha é um educandário que anda,
Carrega no seu seio o sonho que emana,
E o frescor da vida que é bela.
Pois sendo singela é fato que nos encanta.
João Batista Vieira de Souza
Às margens do Ipiranga, sua imagem é firme,
Sem sombra de dúvida que o seu viver incide;
Por mais que seja cedo, ou ainda que seja tarde,
Ninguém pode negar que há felicidade.
Sua história, pois, é verdade
E haja tanta gente que verbalize.
Que até quem tem pouca idade quer comprovar.
E mesmo aqueles que, já sem esperança,
Correm e põem na balança,
Outros sob testamento, agarrados ao documento, Celebram à herança aqui e acolá.
Seu sucesso corre ligeiro,
Sua força vem das partes,
Mas vem só inteiro,
Ninguém lhe compra por dinheiro,
Por mais que seja rico ou aventureiro,
Mas sempre estará disponível,
Eu sei que é incrível,
Sua maneira de se doar.
Seu nome precisou de uma cunha,
E é uma âncora que lhe pôs no lugar,
Vivem como carne e unha
Há quem explique a façanha,
Manhas ou artimanhas
Quem sabe arte de convencer e de ensinar.
70 anos de lida e vivências merecidas,
Veste todo esse tempo,
Construindo a cada momento
e educando para a vida.
Por aqui, já passaram os bons,
Já passaram os ruins,
Já passaram Antônios e Serafins
Já fizeram canções e cultivaram jardins.
O Tristão permanece porque não é palha;
Também não é moinha que o vento espalha
Tem voz e vez. Seu diagnóstico é a sensatez
Sua postura é o alicerce,
Mas é a doçura que aquece
Cada coração e a efeito que o embeleze
Ainda que surja o sonho que fenece,
Haverá sempre esperança que rejuvenesce
E futuro que não tarda.
Bastamos olhar a estrada,
para dentro de nós e para o outro
É, assim, perceber nele a essência
Ainda que demore um pouco
Excelência é a bagagem humana,
Tristão da Cunha é um educandário que anda,
Carrega no seu seio o sonho que emana,
E o frescor da vida que é bela.
Pois sendo singela é fato que nos encanta.
João Batista Vieira de Souza
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